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domingo, 10 de julho de 2016

Série de Seminários sobre PRADAM começa pelo Pará


Os princípios e tecnologias de produção sustentável no bioma amazônico preconizadas pelo Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas na Amazônia (PRADAM) – parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR Brasil), a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Embrapa - começaram a ser apresentadas para produtores, técnicos e estudantes nesta quarta-feira (6/7).

O primeiro seminário de sensibilização do projeto reuniu, aproximadamente, 200 pessoas, na sede do Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá. Representantes do SENAR, da Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (FAEPA) e do Mapa falaram sobre as quatro tecnologias oferecidas pelo PRADAM: Recuperação de Pastagens Degradadas, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF), Sistema Plantio Direto (SPD), Florestas Plantadas e Sistemas Agroflorestais (SAFs).

Para o presidente da FAEPA, Carlos Xavier, o bioma amazônico vem sendo explorado nas últimas décadas, mas outras iniciativas do Sistema CNA/SENAR, como o Projeto Biomas, já demonstraram que a região pode servir de vitrine tecnológica para o desenvolvimento de atividades agrícolas com retorno econômico. Ele ressalta que a pecuária é a principal atividade dentro do agronegócio do Pará e que o PRADAM vai contribuir para que se possa fazer recuperação de áreas degradadas e aumentar a capacidade de animais nas pastagens. “Em qualquer atividade econômica você precisa agregar tecnologia e vamos aprender a fazer isso aqui, inclusive para dar resultado para o nosso País. Não tenho dúvidas de que teremos resultados altamente satisfatórios”.

Na opinião do superintendente do SENAR-PA, Walter Cardoso, o PRADAM contribuirá de uma maneira efetiva para correções de situação referentes à proteção do ecossistema e para que os produtores obtenham uma melhor “performance” na sua atividade. “O projeto está exatamente condizente com a proposta do SENAR no estado do Pará e do SENAR Nacional. A nossa grande preocupação, como um todo, é levar aos produtores e trabalhadores rurais os bons ensinamentos para que eles possam desenvolver com sucesso o seu empreendimento agropecuário. Todo projeto que possa realmente contribuir para que o produtor rural tenha um melhor retorno econômico e social não só para si, mas como para a sua família também, nós apoiamos e vestimos a camisa”. Ele também entende que o PRADAM vai contribuir perante as cobranças dos órgãos governamentais, especialmente no que diz respeito às reservas florestais, áreas de conservação permanente, ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ao Licenciamento Ambiental Rural (LAR).

Durante o seminário, os participantes também puderam aprender ainda mais sobre as práticas do projeto em duas palestras ministradas por pesquisadores da Embrapa Amazônia Oriental. “Sistemas agroflorestais: alternativa à diversificação, segurança alimentar e conservação dos recursos naturais” foi o tema abordado por Débora Veiga de Aragão. Já Moacyr Dias Filho falou sobre recuperação de pastagens e iLPF.

O coordenador nacional de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do SENAR, Matheus Ferreira, observa que além de disseminar os conceitos das tecnologias de uma forma “aplicável” para os participantes, os seminários têm a finalidade de acabar com a resistência que às vezes existe em relação a esse tipo de práticas e mostrar que elas são viáveis, rentáveis e trazem grandes benefícios para quem as utiliza. Ferreira observa, ainda, que o PRADAM tem outra função relevante: desmistificar a ideia de que a exploração agropecuária na Amazônia desmata e promove o trabalho escravo “Quando se fala em região amazônica como um todo, existe um grande interesse de todos os países do mundo. O que PRADAM também quer mostrar é que existem formas sustentáveis de se produzir sem degradar o meio ambiente e que as áreas estão sendo preservadas, respeitando a legislação e, sobretudo, com ganho para o produtor rural”.

Além dos eventos de sensibilização que acontecerão nos outros estados integrantes da iniciativa (Acre, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão e Rondônia), está sendo organizada uma turma de capacitação com 60 técnicos de ATeG (10 de cada estado participante). O primeiro módulo do treinamento vai ocorrer no dia 11 de julho, na Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop (MT). Com carga horária de 180 horas/aula, a programação prevê conteúdo tecnológico, metodológico e gerencial.

Muitos benefícios com o PRADAM

O superintendente do Mapa no Pará, Josenir Nascimento, salienta que “cultura de recuperação de áreas degradadas” já é muito forte no Sul e Sudeste e é extremamente importante que o PRADAM traga isso para a região da Amazônia. “O maior patrimônio que é um produtor tem é a sua terra. Quando ele desenvolve um trabalho tecnificado para recuperar as suas áreas, ele está recuperando o seu patrimônio e isso é extremamente importante porque vai gerar mais renda e dar mais qualidade de vida para o produtor”. Outra vantagem que Nascimento enxerga no projeto é atender a uma demanda do mercado internacional, que prefere comprar de áreas certificadas e de origem, onde são conhecidas as práticas ambientais que os produtores utilizam.

Fábio Henrique Alves, que atua com técnico no SENAR-PA há mais de 15 anos, avalia que o principal benefício do PRADAM será a recomposição florestal e o alinhamento com as novas tecnologias de baixa emissão de carbono que são preconizadas pelo mundo. Segundo ele, o projeto poderá trazer vantagens tanto para grandes e médios produtores, através da recuperação de pastagens degradadas e do plantio de florestas plantadas, como para pequenos, que por meio da associação com serviços agroflorestais poderão obter uma fonte de renda extra durante todo o ano. Alves alerta que o principal desafio será promover uma mudança de paradigma em relação a uma cultura antiga que ainda existe na região que é a “derruba, queima e planta”. “Estamos trabalhando com algo que é meio ingrato que é a transferência por inveja. Nós vamos numa propriedade, aconselhamos um produtor que tenha um pouco mais de flexibilização, fazemos um trabalho lá e depois de dois ou três anos, quando esse produtor começa a ter retorno, a gente chama os outros pra mostrar que dá certo. Um produtor com outro produtor se entende melhor do que a gente ficar só falando de técnicas”.

O produtor rural e diretor do Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá, Maurício Fraga Filho, conta que quando a sua família chegou na região vinda de São Paulo, em 1973, era comum abrir áreas e “derrubar mato” para a pecuária. Mas agora isso mudou. Na opinião dele, o PRADAM, além de recuperar áreas degradadas e torná-las mais produtivas, terá o importante papel de evitar com que novas terras se degradem, o que vai estimular ainda mais o potencial produtivo da pecuária na região, que tem ótimas condições climáticas para a atividade o ano todo. “Tanto como pecuarista como diretor do sindicato, nós temos um interesse muito grande nesse projeto, mas o desafio sempre é financiamento. Precisamos de dinheiro para desenvolver esse projeto e reformar pastos. Cada vez os bancos exigem mais documento e isso dificulta um pouco o acesso ao crédito. Dinheiro tem, mas a dificuldade burocrática é o maior problema para a gente hoje”, afirma ele, que trabalha com recria e engorda de gado na região de Marabá.

FONTE: SENAR

terça-feira, 12 de abril de 2016

O que você sabe sobre solos?

A FAO criou um questionário visando avaliação do seu conhecimento sobre os solos. Vamos responder para descobrir o quanto conhecemos sobre o solo. Deixe nos comentários seu resultado !!

Para responder clique AQUI

terça-feira, 5 de abril de 2016

Painel da FAO aponta diretrizes para o manejo sustentável dos solos


O Painel Técnico Intergovernamental de Solos (ITPS, da sigla em inglês) coordenado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), como parte da Aliança Mundial para o Solo (AMS), fez sua quinta reunião, na sede da FAO, em Roma (Itália), entre os dias 14 e 18 de março. O principal resultado do encontro foi a finalização do documento "Diretrizes voluntárias para o manejo sustentável dos solos".

"Esse documento em sua versão zero, esteve disponível para contribuições e consultas online na página da FAO", conta a pesquisadora da Embrapa Solos Maria de Lourdes Mendonça, que representa o Brasil e a América Latina e o Caribe no ITPS. "Agora, durante o evento, o ITPS forneceu dados científicos e técnicos essenciais para a conclusão do texto".

O próximo passo será a análise do documento preparado pelo ITPS, por um grupo de trabalho aberto, composto por representantes dos países membros da FAO, instituições de pesquisa públicas e privadas e sociedade civil, para a apuração dos elementos políticos mais relevantes dessas diretrizes, a fim de facilitar o processo de aprovação do texto pela Assembleia geral da AMS, em maio.

"O documento não tem caráter normativo, mas apresenta as principais orientações do que pode ser feito para o manejo sustentável, uso e conservação do solo", ressalta Lourdes. Além das "diretrizes", o ITPS lançou recentemente a revisão da nova Carta Mundial de Solos e o Relatório sobre o estado da arte do solo no mundo (SWSRR).

Outro ponto importante do encontro em Roma foi a interação entre o ITPS e alguns painéis científicos da ONU, tais como o de desertificação, o de biodiversidade e o de mudanças climáticas (IPCC). Está programado, para o começo de 2017, um Workshop entre o ITPS e o IPCC a fim de incluir de forma mais direta, o solo e seus indicadores nas questões de mudanças climáticas, em alinhamento com a última Convenção do Clima, em Paris, onde ficou evidenciado o papel da Agricultura como próximo foco para os países trabalharem a redução de suas emissões.

Fonte: EMBRAPA

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Alianza por el Suelo implementa un ambicioso plan para recuperar los suelos de Sudamérica


Representantes de los países que conforman la Alianza Sudamericana por el Suelo aprobaron un plan que busca promover el uso y manejo sostenible de este recurso para garantizar la seguridad alimentaria, señaló hoy la FAO.

“Sin suelos sanos y fértiles no podremos lograr la meta que han asumido todos los gobiernos de nuestra región: erradicar el hambre al año 2025, ni tampoco podremos enfrentar los desafíos del cambio climático y el desarrollo sostenible", señaló Benjamín Kiersch, Oficial de Tenencia de la Tierra y Recursos Naturales de la FAO.

En la reunión realizada en Paysandú, Uruguay, la Alianza Sudamericana esbozó un proyecto para intercambiar experiencias en conservación, intensificar la cooperación científica y homogenizar los métodos y calidad de las mediciones del suelo.

“Frente al riesgo agroclimático del eventos como El Niño, que impactan el suelo, el trabajo de la Alianza es de vital importancia para la región”, explicó Kiersch.

La Alianza Sudamericana busca promover el uso y manejo sostenible del suelo para garantizar la seguridad alimentaria y nutricional, la adaptación al cambio climático, la provisión de servicios ecosistémicos y el desarrollo sostenible.

Facilita los vínculos con programas y actividades de manejo nacional y local del suelo, con miras a fortalecer el trabajo conjunto y el desarrollo de sinergias, ya que actualmente los países de la región no cuentan con legislaciones adecuadas para la protección del suelo, y la mayoría de los marcos legales existentes son escasamente aplicados debido a deficiencias técnicas, institucionales y políticas.

Un recurso clave en riesgo

La erosión del suelo afecta a toda la región, con más de la mitad del territorio de algunos países severamente dañado debido a la mala gestión y uso de los recursos naturales.

Según la FAO, el 14% de las tierras con algún grado de vulnerabilidad a la degradación en el mundo se encuentran en América Latina y el Caribe, afectando a 150 millones de personas. En Mesoamérica, la erosión y degradación afectan el 26% del territorio.

Otro desafío asociado a la degradación es el problema vinculado a la baja fertilidad, que afecta a una gran parte de los suelos de la región: cerca del 50% de los suelos de América Latina y el Caribe sufren deficiencias de nutrientes.

En total, cerca de un 20% de los suelos de la región son áridos, mientras que un 10% presenta limitaciones de drenaje. La intensificación del uso de la tierra (por ejemplo, en la Amazonía), la contaminación de suelos en zonas dedicadas a la actividad petrolera, y cambios de uso del suelo para ampliar la frontera agrícola, son también realidades que agravan la degradación del suelo.

“Todos estos factores limitan la capacidad de comunidades y gobiernos para garantizar la seguridad alimentaria y la erradicación del hambre”, explicó Kiersch.

Con respecto al cambio climático, el rol de los suelos es fundamental por su alta capacidad para almacenar carbono orgánico en el primer metro de profundidad, y sostener pisos de vegetación, contribuyendo de forma complementaria a la regulación climática.

Cinco pilares para un suelo sano

El Plan que la Alianza Sudamericana está implementando en los diez países que la conforman se centra en los cinco pilares de la Alianza Mundial por el Suelo (AMS).

El pilar 1 promueve el manejo sostenible del suelo y mejoramiento de la gobernanza para su protección y productividad sostenible. El plan subregional busca definir las principales zonas agroecológicas en América del Sur y reunir un conjunto de prácticas adecuadas para evitar pérdidas irreversibles del suelo.

El segundo pilar fomenta la inversión, la cooperación técnica, el desarrollo de políticas, la educación, concientización y extensión sobre el recurso suelo, e incluye medidas para fomentar inversiones para fomentar la cooperación Sur-Sur, la creación de un Observatorio de políticas.

El pilar tres promueve el desarrollo e investigación aplicada con enfoque en las brechas y prioridades, buscando sinergias con acciones productivas, ambientales y de desarrollo social.

El cuarto pilar busca el mejoramiento de la calidad y cantidad de los datos e información de suelos: busca generar una base de datos de bibliografía sudamericana sobre suelos y fortalecer el Sistema de Información de Suelos de Latinoamérica (SISLAC), entre otros.

El último se centra en la armonización y establecimiento de guías voluntarias sobre métodos, mediciones e indicadores para fortalecer el manejo y protección del recurso suelo.

FONTE: FAO

sábado, 31 de outubro de 2015

Finalistas Concurso Videos sobre Solos FAO

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura - FAO realizou concurso para produção de curta metragens, na categoria Ano Internacional do solo 2015, em conjunto com a TVE. Mais de cem propostas de filmes de um minuto foram submetidos na categoria IYS, mas existem apenas três finalistas. As três melhores propostas foram comissionados para entrar em produção pela TVE e os últimos filmes foram enviados para tveinspiringchange canal YouTube da TVE. O filme com o maior número de visualizações entre 16 de Outubro e 18 de dezembro de 2015 receberá um prêmio de US $ 1.500 assim que começar a ver, compartilhamento e visualização de novo!

Aqui estão os três finalistas:








quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Concurso de Vídeos Sobre Práticas Sustentáveis de Manejo dos Solos

Em comemoração ao Ano Internacional dos solos 2015, a Organização da Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura - FAO promove o concurso de videos com o tema: Práticas sustentáveis de manejo de solos pelos agricultores para promover solos saudáveis. O videos ganhadores farão parte da plataforma de tecnologias e práticas para pequenos produtores agrários (TECA) e serão distribuídos pelos canais oficiais da FAO nas redes sociais, internet e canais associados. Além da técnica agrícola apresentada detalhadamente, os vídeos serão avaliados pelo conteúdo e criatividade. 

Premiação: 1° lugar ganhará 3.000,00 dolares (Quando a pessoa ganhar, se o cambio for o atual, vai converter para algo em torno de 12 mil reais xD). 2° lugar 2.000,00 dolares e o 3° lugar 1.000,00 dolares.

Não se esqueça: a FAO possui seis línguas oficiais e seu vídeo deve ser enviado em uma destas línguas. Infelizmente, o português não é uma delas. O prazo máximo de envio dos vídeos é dia 12 de outubro as 12 horas, no fuso horário da Europa Central.

Para mais informações clique AQUI

domingo, 13 de setembro de 2015

Boletim FAO Ano Internacional dos Solos - América Latina e Caribe

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura lançou o seu boletim dedicado ao ano internacional dos solos para América Latina e Caribe. O boletim contem diversas notícias da região relacionadas ao solo, como a formação da Aliança Sulamericana de Solos, formada por todos os países da América do Sul, com excessão do Suriname e as Guianas, e a elaboração de um plano para implementação da Aliança Mundial dos Solos. Também possui um artigo sobre solos degradados e a sua ameaça para a segurança alimentar. A entrevista é com Ronal Vagas, tecnico da FAO e secretário da Aliança Mundial.

Para ler o boletim completo Clique AQUI

sábado, 22 de agosto de 2015

Video: Solos nosso aliado contra as alterações climáticas

Muito legal esse vídeo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) sobre o sequestro de carbono e o papel do solo como nosso aliado contra as mudanças climáticas.



terça-feira, 18 de agosto de 2015

Vídeo: FAO about Soil

 A FAO - Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura - produziu este vídeo sobre as funções do solo!! Vamos conferir?!?!



terça-feira, 4 de agosto de 2015

Insa e FAO treinam estudantes para mapear cobertura florestal e uso do solo em áreas semiáridas


O Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) promove Curso de Mapeamento da Cobertura Vegetal de Áreas Semiáridas, em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). As atividades iniciaram dia 27 de Julho e serão desenvolvidas na sede do Insa, em Campina Grande (PB), até o dia 7 de agosto. O curso é ministrado pelo analista da FAO, Marcelo Rezende.

Os 20 estudantes de graduação e pós-graduação selecionados por meio de chamada pública irão integrar o projeto Global Forest Survey, que tem o objetivo de mapear as dinâmicas de florestas para analisar mudanças no uso da terra, incluindo desmatamento, processos de reflorestamento ou expansão natural das florestas. Durante três dias, eles participarão de um treinamento com a ferramenta "Collect Earth" e, em seguida, por um período de sete dias, farão o mapeamento da cobertura vegetal do semiárido sul-americano. Oriundos das ciências ambientais e áreas afins, os estudantes possuem experiência na temática do curso e na coleta de dados, assim como conhecimentos em geotecnologias.

Geotecnologias para gestão do uso do solo

Durante a abertura do curso, o diretor substituto do Insa, Salomão Medeiros, destacou que a nova ferramenta tem muito a contribuir com os estudos para o Semiárido e a proposta é que os estudantes também atuem como multiplicadores da ferramenta, com foco nos estudos sobre o Semiárido brasileiro. "Existem muitos estudos sobre a região, mas se encontram bastante fragmentados, então, a ideia é que possamos usar essa ferramenta e colocar essas informações para planejar melhor o uso e a ocupação do solo no nosso Semiárido", ressaltou.

A Caatinga representa uma parcela muito significativa do território brasileiro, cerca de 11%, possuindo alta diversidade biológica e alto índice de endemismos, quando algumas espécies só são encontradas em determinadas áreas. Porém, o bioma tem sofrido intensa pressão antrópica por conta dos cerca de 27 milhões de pessoas que o ocupam.
Um dos participantes do curso, Rodrigo Vasconcelos, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Terra e Meio Ambiente da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), destacou a importância de se utilizar geotecnologias, com integração de diferentes e atualizadas ferramentas para a resolução de problemas ambientais, com foco na Caatinga. "É o bioma que está menos contemplado em termos de Unidades de Conservação, de programas ambientais e de conservação da biodiversidade. Por essa razão, é fundamental integrar os estudantes neste curso, pois são eles que estão fazendo pesquisa no mestrado e doutorado, e é dessas informações sobre mapeamento de uso da terra na Caatinga que os centros de pesquisa necessitam".

Leandro Macedo, que trabalha com geoprocessamento de dados no Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), também ressaltou sua expectativa com o curso: "É de extrema importância, principalmente para estudantes de Universidades que precisam de ferramentas para desenvolver a pesquisa, para integrar todos os dados, porque é um sistema novo e acredito que vai atender às demandas atuais de toda a comunidade científica". O estudante trabalha com geração de mapas diários do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI, sigla em inglês), projeto que conta com a parceria do Insa, e também será um dos multiplicadores da nova ferramenta para o estudo da vegetação e do uso do solo da Caatinga.

Fonte: Insa

domingo, 26 de julho de 2015

FAO Lança Concurso de Curta-Metragem sobre Solos

Você tem uma idéia para um curta-metragem para informar ou inspirar outros em solos?Você é apaixonado por solos? Você ou seus amigos fazendo algo para preservar o solo? Você tem uma história para contar? Seu filme pode ser divertido ou sério, uma animação, um drama ou um documentário. A FAO (organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) em colaboração com a TVE (Televisão para o Meio Ambiente) criou o prêmio Ano Internacional do Solo 2015

Alguns temas para o curta-metragem são:
O solo é um recurso precioso e insubstituível
Como solos sustentar a vida?
O que as pessoas / sociedade / seus amigos podem fazer para preservar o solo?
Você e seus amigos já está fazendo algo para preservar o solo? Você sabe alguém que é? O que eles estão fazendo?
Os solos estão sob crescente pressão para satisfazer as demandas de uma população crescente: como podemos inverter a tendência de degradação do solo, enquanto garantia da segurança alimentar global atual e futuro?
Os solos na cidade

Pense em como você pode fazer um filme de um minuto sobre solos. Envie uma proposta sobre o filme que você gostaria de fazer, utilizando o formulário on-line TVE antes 23.00 GMT 17 de agosto de 2015. Propostas só serão aceitos em Inglês, árabe, francês, russo ou espanhol. Um painel de juízes, incluindo representantes da FAO, irão selecionar os três melhores propostas em cada categoria e fornecer financiamento de 300 dolares para ajudá-lo a fazer seu filme. Financiamento só será concedido no momento da entrega do filme. O prazo final para a entrega dos filmes é 14 Outubro de 2015. Os filmes selecionados serão enviados para o canal YouTube tveinspiringchange da TVE e os dois filmes que receberem o maior número de visualizações entre 16 de Outubro e 18 de dezembro de 2015 receberão 1500 dólares de prêmio!

Clique AQUI para mais informações o site da FAO


quinta-feira, 16 de julho de 2015

Livro: Compreender os Solos da Montanha

Recentemente, foi lançado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) o livro Compreender os Solos da Montanha.  Segundo a FAO os solos de montanha representam as frágeis fundações dos ecossistemas, que na última instância proporciona água para mais da metade da população mundial. O novo livro da FAO oferece uma perspectiva técnica de gestão sustentável dos solos de montanha que abarcam uma ampla gama de atividades humanas, desde o cultivo da quinoa nos Andes, até as estações de esqui europeias, passando pela colheita de plantas medicinais no “teto do mundo”, a cordilheira de Pamir no Paquistão. A publicação faz parte de uma contribuição ao Ano Internacional dos Solos 2015 das Nações Unidas.

O livro tem como objetivo “promover a gestão sustentável dos solos de montanha em nome dos povos de montanha, que frequentemente são marginalizados, excluídos dos processos de decisões e programas de desenvolvimento, e estão cada vez mais afetados pelos desastres relacionados com o solo”, relata Ermanno Zanini, especialista em geleiras e riscos naturais e professor da Universidade de Turim.

Para ver a reportagem completa no site da FAO, clique AQUI

domingo, 12 de julho de 2015

Veja o ganhador do Concurso Soils 4 Life Promovido pela FAO




O vencedores do Concurso Soils 4 Life no Instagram promovido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura - FAO foram revelados. Confira clicando AQUI os vencedores do concurso e o que eles tem a falar sobre o solo. Este concurso faz parte do eventos promovidos pela FAO em favor do Ano Internacional do Solo. #SOILS4LIFE